Proposta comercial
Responda aos campos e a proposta constrói-se ao lado, com as cláusulas já escritas: objeto, prazo e cronograma, investimento, condições de pagamento, validade e confidencialidade. Preenche-se em português, inglês ou espanhol. No fim imprime, e a janela de impressão do seu browser tem a opção de guardar em PDF.
Três passos, sem instalar nada.
Todo o trabalho acontece no seu computador, do início ao fim.
Identificar-se e identificar o cliente
Nome, NIF e contacto de cada um. São estes dados que entram no cabeçalho e nas assinaturas.
Descrever o serviço, o valor e os prazos
O que propõe fazer, por quanto, em quanto tempo, e até quando a proposta se mantém de pé. A validade é o campo que mais se esquece e o que mais protege quem propõe.
Imprimir ou guardar
A proposta já está pronta ao lado. Carregue em gerar e escolha a impressora, ou guarde em PDF na própria janela de impressão.
Uma proposta aceite vincula
Não é um folheto com preços. É uma declaração negocial: se o cliente a aceitar dentro do prazo de validade, fica um contrato feito nos termos que lá escreveu, mesmo que nunca se assine mais nada. É por isso que o escopo e a validade se escrevem com o mesmo cuidado que se escreveria um contrato.
A validade é a sua rede de segurança
Uma proposta sem prazo pode ser aceite meses depois, com os preços de hoje e os custos de então. O clausulado prevê um prazo de validade e a revogação após o prazo, e o campo existe para ser preenchido com um número que faça sentido para o seu negócio.
O que fica de fora vale tanto como o que entra
A cláusula do objeto remete o detalhe para anexos. Use-a nos dois sentidos: escreva o que está incluído e escreva o que não está. As discussões de fim de projeto raramente são sobre o que foi prometido; são sobre o que o cliente assumiu que vinha junto.
Não calcula nada
O valor que escrever é o que sai impresso. A proposta não soma linhas, não aplica IVA, não calcula descontos e não converte moeda. Se precisa de um mapa de preços com contas feitas, faça-o à parte e anexe-o.
Não é fatura nem substitui a faturação
Uma proposta aceite não é documento fiscal. Quando o trabalho for feito, é preciso emitir fatura por um programa certificado pela Autoridade Tributária, e isso não acontece aqui.
É um modelo genérico, e não aconselhamento jurídico
Escrito a partir da prática comum portuguesa, serve os casos correntes. Propostas com penalizações, exclusividade ou transmissão de propriedade intelectual pedem revisão. O documento sai com esse aviso impresso no rodapé.
Perguntas sobre a proposta comercial.
A proposta tem de ser assinada pelo cliente?
Ajuda, mas não é sempre necessário. O clausulado prevê que a aceitação se dá pela assinatura e devolução, ou pelo início da execução, o que ocorrer primeiro. Um cliente que manda começar aceitou a proposta, tenha assinado ou não.
Posso mudar o preço depois de enviar?
Enquanto a proposta estiver dentro da validade e não tiver sido aceite, pode revogá-la e enviar outra. Depois de aceite, mudar o preço é alterar um contrato, e precisa do acordo da outra parte.
Devo pôr o IVA no valor?
Escreva-o como o vai faturar, e diga-o com clareza. O clausulado refere que o preço acresce IVA à taxa legal em vigor, portanto escrever o valor sem IVA é coerente com o texto. Um cliente particular costuma querer ver o valor final.
Preciso de conta?
Sim. Cada documento custa 1 euro, em compra única: paga-se aquele documento e não há mensalidade nenhuma. A conta cria-se por magic link, sem palavra-passe. A declaração abre sem pagar, uma por dia.
Tem trabalho para propor?
Proponha-o por escrito.
Abra o gerador e preencha. Sem instalar nada, sem enviar nada para lado nenhum.
Abrir o gerador de proposta