Fatura-recibo para cobrar
Responda aos campos e o documento constrói-se ao lado, com a descrição do serviço, o valor e os dados das duas partes. Preenche-se em português, inglês ou espanhol. Serve para pedir e documentar um pagamento entre as partes; não é a fatura certificada que a lei portuguesa exige, e a secção abaixo explica exatamente a diferença.
Três passos, sem instalar nada.
Todo o trabalho acontece no seu computador, do início ao fim.
Identificar as duas partes
Nome, NIF e contacto de quem cobra e de quem paga. São estes dados que entram no cabeçalho.
Descrever o que se cobra e quanto
O serviço ou o bem, e o valor. O documento imprime o valor tal como o escrever, e o clausulado refere que acresce IVA à taxa legal quando aplicável.
Imprimir ou guardar
O documento já está pronto ao lado. Carregue em gerar e escolha a impressora, ou guarde em PDF na própria janela de impressão.
O que é e o que não é
É um documento de cobrança: identifica quem cobra, quem paga, porquê e quanto, com data e número próprio. Serve para pedir o pagamento, para acompanhar uma transferência e para registo interno. Não é fatura para efeitos fiscais, não serve para o cliente deduzir IVA, e não conta como despesa documentada.
Quando é que pode chegar
Há situações em que não há obrigação de emitir fatura certificada: reembolsos entre particulares, acertos de contas dentro de uma família ou de uma associação, e registos internos. Fora disso, quem tem atividade aberta e presta um serviço tem de emitir fatura pelas vias legais, mesmo que o cliente não a peça.
O recibo verde não se faz aqui
Quem trabalha a recibos verdes emite-os no Portal das Finanças, e essa emissão comunica automaticamente o rendimento à Autoridade Tributária. Um documento impresso por este gerador não comunica nada a ninguém.
Não calcula IVA nem retenções
O valor que escrever é o que sai impresso. Não há cálculo de IVA, não há retenção na fonte de IRS, não há somatório de linhas. Se precisa dessas contas, faça-as antes e escreva o resultado.
Não numera para efeitos fiscais
O documento leva um número próprio, gerado localmente para o distinguir dos outros que fizer na mesma sessão. Não é uma série de faturação, não é sequencial entre sessões, e não tem validade fiscal nenhuma.
Não comunica nada à Autoridade Tributária
Tudo acontece no seu browser. Nenhum dado é enviado para lado nenhum, o que também quer dizer que nenhuma obrigação declarativa é cumprida por usar esta ferramenta.
Perguntas sobre a fatura-recibo.
Posso usar isto para faturar aos meus clientes?
Não, se tem atividade aberta. A lei portuguesa obriga a emitir a fatura por programa certificado, com ATCUD e código QR, e este documento não é isso. Use-o como documento de cobrança a acompanhar a fatura verdadeira, ou nos casos em que não há obrigação de faturar.
E o cliente aceita este documento?
Para saber quanto pagar e a quem, sim. Para lançar na contabilidade dele, não: falta-lhe tudo o que faz de uma fatura uma fatura.
Então porque é que a ferramenta existe?
Porque há muitos pagamentos que não passam por faturação: acertos entre pessoas, reembolsos, registos de uma associação, pedidos de pagamento antes da fatura sair. Para esses, um documento claro e datado vale mais do que uma mensagem.
Preciso de conta?
Sim. Cada documento custa 1 euro, em compra única: paga-se aquele documento e não há mensalidade nenhuma. A conta cria-se por magic link, sem palavra-passe. A declaração abre sem pagar, uma por dia.
Precisa de pedir um pagamento?
Peça-o por escrito.
Abra o gerador e preencha. Sem instalar nada, sem enviar nada para lado nenhum.
Abrir o gerador